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Maoshan!
É uma célebre montanha taoísta situada na província de Jiangsu, na China. Berço da escola Shangqing do Taoismo, é reverenciada como o “Altar do Shangqing” e elogiada por místicos como “o primeiro paraíso da fortuna, o oitavo céu das cavernas”. Por conta de seu relevo sinuoso, lembrando o caractere chinês “已”, é também conhecida como Montanha Juqu. Os taoístas a aclamam: “Juqu, a capital dourada, é o solo propício para se cultivar a verdadeira essência, o santuário dos que buscam a ascensão espiritual”.
Durante a dinastia Han Ocidental, os três irmãos Mao — Mao Ying, Mao Gu e Mao Zhong — oriundos de Xianyang, Shaanxi, vieram a Juqu para praticar o Tao e realizar boas ações, beneficiando as gerações futuras. Em homenagem às suas virtudes, o povo renomeou a montanha de Sanmao, ou simplesmente “Maoshan”.
Nos períodos Tang e Song, Maoshan atingiu o ápice do esplendor taoísta. Entre montes e vales, erguiam-se mais de trezentos edifícios religiosos, palácios, templos e pavilhões, num total superior a cinco mil salas. Centenas de sacerdotes residiam ali, e dizia-se haver “três palácios, cinco templos, setenta e dois eremitérios de Mao”. Contudo, ao adentrar o século XX, especialmente após os dez anos de calamidade, Maoshan experimentou um declínio. Embora restaurada nos anos oitenta, jamais recuperou o vigor e a devoção dos tempos áureos.
Aos pés da montanha, junto à divisa de Jintan, pequenos povoados se agrupam. Os maiores não passam de cem famílias; os menores, de uma dúzia. De manhã à noite, é possível avistar filetes de fumaça subindo das ca