No Mundo Estranho, Coroada Rainha

No Mundo Estranho, Coroada Rainha

Autor: Rainha Gaga

Evelina atravessou para se tornar uma princesa vampira e, assim que abriu os olhos, viu uma boneca de sangue com a boca rasgada brincando de esconde-esconde com ela! E, além disso, se fosse encontrada por ele, teria de ser devorada?! Evelina se encolheu tremendo de medo debaixo da cama e, de repente, viu que no fundo da tábua sob a cama havia palavras tortuosas gravadas... [Regras de Sobrevivência do Mundo Sombrio] 1. No castelo vampírico, você está absolutamente segura. Quando sentir que não está segura, pergunte a si mesma se perdeu a nobreza e a elegância. 2. Nunca, jamais, olhe no espelho. 3. Não provoque monstros com tentáculos. 4. Não converse com pessoas da facção do caos, mesmo que a outra parte seja do caos benevolente. Quando alguém da facção do caos tomar a iniciativa de falar com você, responda, por favor. 5. Mantenha-se “normal” a todo momento. 6. Qualquer um abaixo do nível 100 é apenas uma forma de vida comum. P.S.: algo parecido com histórias de regras assustadoras; antes de ler, pode deixar seu cérebro em custódia.

No Mundo Estranho, Coroada Rainha

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300capítulos Capítulo

Capítulo 1: Irmã, você se escondeu bem?

“Maninha, você já se escondeu? Hehehe!”

Na voz fofa e infantil, parecia haver também um leve rangido de dentes, ecoando de modo sinistro no quarto silencioso e arrancando Elena do sono profundo.

Elena abriu os olhos e descobriu que estava encolhida sob a cama, abraçando os joelhos.

Usava naquele momento uma camisola fina, cara e de seda macia, e o frio do chão a fazia tremer um pouco.

“Eu... reencarnei?”

Essa pergunta surgiu em sua mente, e então as memórias deste corpo inundaram-lhe a consciência num instante.

Elena era, na verdade, filha de um vampiro com uma humana!

Tinha uma beleza incomparável, um corpo perfeito e impecável, pupilas rubras tão luminosas quanto rubis, e longos cabelos brancos e suaves que desciam como luz da lua.

Mas sua mãe morrera cedo, e desde os doze anos ela fora levada pelo pai para viver junto dele no castelo dos vampiros.

Embora seu pai fosse um vampiro, ela não herdara absolutamente nada de sangue vampírico; era humana da cabeça aos pés.

E, no castelo dos vampiros, humanos eram equivalentes a alimento. Se não fosse o fato de seu pai ser o senhor daquele castelo, Elena acreditava que há muito tempo já teria sido drenada pelos vampiros que ali espreitavam por toda parte, transformando-se em uma escrava de sangue.

Por isso, nos últimos anos ela vivera com extremo cuidado, sem quase ousar sair do próprio quarto; e seu temperamento, ano após ano, tornara-se cada vez mais recluso, cada vez mais tímido e medroso.

E, pouco antes, a madrasta vampira, muito preocupada com o “desen

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