Canário com um rosário no pulso, e daí por ter explodido um prédio?

Canário com um rosário no pulso, e daí por ter explodido um prédio?

Autor: Patife negro

[Vários disfarces! Romance de protagonista feminina poderosa! Casal puro! Doce e possessivo! Tensão extrema!][Bonita de cair o queixo, por fora delicada e por dentro fria, beleza suprema x grande chefe obcecado por amor, com poder e influência imensos] Dizia-se que, recentemente, no País A, o implacável e sem coração Lijiyan, que tinha o poder nas mãos, mantinha ao seu lado uma pequena canária dourada. Essa canária era de beleza incomparável, usava sempre no pulso uma pulseira de 108 contas de sândalo roxo, parecia uma santa compassiva, alheia ao mundo, obediente e frágil. Quando olhava para ele, os olhos lhe brilhavam; no celular, só havia fotos dele; e ela nunca lhe pedia nada. Lijiyan achava que, neste mundo, não havia ninguém que o amasse mais do que essa mulher. Mais tarde, alguém lhe disse que essa mulher não era simples: sozinha, conseguia subjugar sete ou oito assassinos homens. Lijiyan não acreditou. A mulher dele, ele conhecia melhor do que ninguém, não conseguia nem abrir uma tampa de garrafa. Depois, outra pessoa lhe contou que Yin Luoyan era uma piloto de corridas de elite, capaz de vencer facilmente uma equipe internacional de ponta. Lijiyan continuou sem acreditar. Ela até ficava com medo quando ele dirigia um pouco mais rápido. Mas, mais tarde, o líder da aliança de hackers, uma médica genial, uma figura poderosa em armas... Até que, um dia, Lijiyan viu com os próprios olhos a mulher de pulseira de contas, de forma leve e casual, pressionar o detonador de uma bomba e explodir um prédio inteiro. Os olhos de Lijiyan se estreitaram perigosamente. Afinal, quantas surpresas essa mulher ainda escondia dele! No fim, ele descobriu que a maior surpresa era que Yin Luoyan nunca o amou! Depois disso, Lijiyan enlouqueceu...

Canário com um rosário no pulso, e daí por ter explodido um prédio?

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Capítulo 001: O novo estudante transferido da Universidade da Capital Imperial

Lá fora, as nuvens negras se adensavam; a tempestade estava prestes a desabar.

Dentro do quarto, porém, o ar era tão abrasador que parecia queimar a pele, impregnado de um perfume sutil, quase imperceptível, capaz de enfeitiçar a mente.

A voz grave do homem soou:

— É a primeira vez?

A bela de traços perfeitos tinha as mãos finas e alvas imobilizadas acima da cabeça. Um rosário de pequenos grãos de pau-roxo, com cento e oito contas, jazia displicentemente ao lado do travesseiro, combinando com o rubor úmido e o olhar enevoado da moça.

A cena inteira transpirava ao mesmo tempo castidade e devassidão.

Uma estranheza inexplicável, e ao mesmo tempo um convite inexplicável à queda.

A tempestade já chegara; no mar, ondas gigantes se erguiam uma após outra, como se quisessem virar todas as embarcações em alto-mar.

Muito tempo depois.

— Vou compensar você — disse o homem, enquanto se vestia, antes de lançar aquela frase fria e desaparecer da suíte presidencial.

A cama estava em desalinho, mas a bela parecia não se importar; com dedos longos e alvos, recolheu com calma o pequeno rosário de pau-roxo da cabeceira e o enrolou devagar ao redor do pulso delicado e frágil.

Depois de vestir as roupas de qualquer jeito, ela foi descalça até a janela e viu o Bentley que valia cinquenta milhões de yuan descer lentamente e sumir na cortina de chuva.

No vidro, refletia-se o sorriso de canto da bela, indolente e fria, de uma beleza arrebatadora.

Meio ano depois, na Universidade da Capital Imperial.

No dia da vo

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