Jin Liangyu só saiu para pegar uma encomenda e, de repente, levou um tombo e caiu direto na antiguidade. “Hum...” Por que ela estava numa sala de parto? Hein? Por que ela estava ouvindo as vozes de seus pais? A autora não sabe fazer sinopse, então, queridas fadinhas, melhor vocês mesmas conferirem!
Ao sentir o odor acre de sangue que impregnava o quarto, Jin Liangyu ficou por um instante perdida.
Ela tinha acabado de sair apressada para buscar uma encomenda e, sem perceber, tropeçara no cãozinho vira-lata que a mãe criava.
Acompanhado do choramingo fininho do pequeno cão, seu corpo também perdeu o equilíbrio e caiu para a frente, rígido como uma tábua.
Meu Deus, se aquela queda tivesse ido direto de encontro ao piso de mármore, muito provavelmente o sangue jorraria ali mesmo.
— Ai... que dor.
A dor súbita arrancou Jin Liangyu de seus pensamentos.
Ela sentiu um fluxo quente escorrendo de seu corpo, e o cheiro de sangue que lhe rondava as narinas pareceu ainda mais forte.
A esse ritmo, ela logo estaria morta.
Enquanto se afundava em tristeza, ouviu ao lado uma voz feminina, velha e áspera, surgir de forma abrupta.
— A da casa do Segundo Filho, não grite tão alto. A velha senhora da sua casa acabou de dar à luz o Terceiro Filho há dois dias; o corpo ainda não se recuperou. Se você ficar berrando desse jeito, como ela vai repousar?
A da casa do Segundo Filho? A velha senhora da sua casa? E esse Terceiro Filho? Que diabos era isso?
Ao ouvir aqueles termos tão próprios de tempos antigos, a primeira reação de Jin Liangyu foi pensar que a mãe estava assistindo a um drama de época.
Mas, pensando bem, aquilo parecia improvável. Diante do quanto a mãe se importava com ela, tendo ela caído naquele estado lastimável, sua mãe jamais sairia de perto.
Pensou então no pai, depois na felicidade dos três, o