Desafio ao vivo: o conteúdo do desafio assustou o mundo inteiro!

Desafio ao vivo: o conteúdo do desafio assustou o mundo inteiro!

Autor: O Deus Supremo das Estratégias

Só de fazer live já dá para ficar mais forte; os desafios ficam todos por conta dos espectadores idiotas. Você sabe, assim que esse bando de malucos começa a sugerir tarefas, eles ficam dez mil vezes mais assustadores do que o sistema! Fã: 【Streamer, desafia um vírus biológico!】 Streamer: “Beleza, vírus biológico então. Vou achar alguém para testar por você.” Fã: 【??? Porra! Você quer mesmo causar uma crise global, é isso?!】 Manchete: #Streamer faz experimento com vírus biológico ao vivo, é infectado! Crise mundial!# Fã: 【Caralho, absurdo, real demais! O streamer consegue desafiar a paz mundial?!】 Streamer: “Claro. Só que você não disse como trazer a paz mundial. Explodir a Terra conta?” Fã: 【Hã?】 【Ah, vai se foder! Só quer chamar atenção!】 【Morri de rir, e você acha que consegue?】 Depois... o arsenal nuclear de todo o planeta foi acionado. Dezenas de milhares de ogivas nucleares subiram aos céus, e junto com os mísseis de antimatéria do streamer... o planeta azul foi reduzido a cinzas... Mas o desafio estava longe de acabar. Aquilo era só o começo!

Desafio ao vivo: o conteúdo do desafio assustou o mundo inteiro!

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Capítulo Um: Me dê dois tapas pela internet

— Você já morreu.
— Mas eu estou claramente vivo.
— Mas o sistema registra que você já morreu.
— Então como é que eu ainda estou vivo?
— Você já morreu, não ouviu? Você já morreu!

Esse foi o diálogo que Lin Ye teve com os policiais na delegacia. Ele atravessara para o corpo de um morto, não de alguém recém-falecido, mas de um cadáver que jazia havia sete dias, justamente no momento em que iam cremá-lo.

O corpo já tinha sido empurrado para dentro do forno, e foi então que ele chegou. Ressuscitou de repente e, antes que percebessem, tentou sair por entre a cortina da sala de incineração, assustando tanto os funcionários que quase se borraram de medo.

Mais tarde, ao vasculhar as memórias daquele corpo, ele descobriu que aquele mundo não era a Terra, mas sim a Estrela Azul.

Era idêntico à Terra, apenas com outro nome.

Até os nomes geográficos eram os mesmos.

A cidade em que ele agora se encontrava era chamada de Chengdu, bastante parecida com a da sua vida anterior. A diferença era que sua identidade era embaraçosa: órfão, sem pai nem mãe desde criança, e ainda por cima morrera subitamente durante o trabalho, quase acabando cremado.

Depois de conversar com os funcionários do crematório, ele foi à delegacia para tirar sua carteira de identidade.

E o policial lhe disse:
— Você está morto.

Lin Ye jamais havia encontrado algo tão absurdo em toda a sua vida. Agora não podia tirar documentos e ainda tinha virado um morto.

Sem identidade, como poderia trabalhar e ganhar dinheiro na sociedade?