Su Yao foi transportado para o universo Marvel, tornando-se um mutante, e ainda por cima em um laboratório de pesquisas; ele estava um pouco assustado... Felizmente, no momento crucial, despertou sua habilidade mutante: "Imitação", capaz de copiar os poderes dos outros! Alvo de imitação → Grande Serpente (título: Deus Solar, Vontade da Terra) Alvo de imitação → Wanda (título: Feiticeira Escarlate, portadora da magia do caos) Alvo de imitação → Deus Solar... Professor Xavier: "Precisamos encontrá-lo rapidamente e guiá-lo para controlar seus poderes, evitando uma catástrofe irreversível!" Magneto: "Você é meu filho???" Thor: "Irmão?" Loki: "?"
Dor!
Uma dor lancinante!
Em meio a uma onda de sofrimento atroz, Su Yao recobrou a consciência.
“Onde estou?”
Su Yao sentia uma agonia pulsante em cada centímetro do corpo, e percebia-se, naquele instante, enclausurado numa cela sombria.
Foi então que uma voz áspera irrompeu junto às grades de ferro à sua frente.
“Número 37, levante-se! Pare de fingir-se de morto!”
Com um estrondo, um pé colossal desferiu-lhe um pontapé, arrancando-lhe um gemido de dor.
“Bah, seu mutante repugnante!”
Com outro baque metálico, uma bandeja exalando um leve fedor de azedo, acompanhada de uma tigela de sopa rala, foi arremessada ao chão.
Su Yao fitava, atônito, o cuspe que flutuava na superfície daquela sopa, erguendo por fim o olhar para encarar o responsável pela afronta.
Diante dele, um carcereiro branco de feições comuns, trajando uniforme negro, exibia no rosto uma expressão de absoluto desprezo e malícia, como se contemplasse algo abjeto, um lixo desprezível.
“Shit, está olhando o quê? Coma logo!”
Jill deixou escapar um sorriso de escárnio e, lançando um último olhar ao mutante prostrado junto à parede, afastou-se com ar satisfeito.
“Malditos…”
Tomado de raiva, Su Yao não pôde evitar que a dúvida se insinuasse em sua mente.
“Mutante?”
Mal o pensamento lhe cruzou o cérebro, uma torrente de lembranças estranhas irrompeu em sua memória.
“Hsss…”
Apertando as têmporas, Su Yao esforçou-se por organizar as imagens caóticas, até que tudo, por fim, fi