Os deuses observam das estrelas, enquanto as vozes do passado sussurram nas profundezas do abismo. Este é um tempo estelar em que todas as raças lutam ferozmente e os deuses despertam. Su Tu irrompe nesse cenário portando um sistema capaz de aprimorar infinitamente suas habilidades. Do simples fortalecimento do corpo até ascender ao divino e esmagar estrelas, da boa sorte até controlar o próprio destino, da sabedoria espiritual até alcançar o fruto do Tao e atravessar para o outro lado, Su Tu trilha os céus estrelados. Ele despedaça um antigo deus com as próprias mãos, e o sangue divino cai como chuva. Diante dos deuses que tremem de medo, ele declara: — Agora, vocês devem me reverenciar como o Supremo Deus Marcial! ... “Na Terra Natal, era chamado de maior prodígio da Estrela Azul; ao sair dela, percebi que ser gênio não passava do limiar para me conhecerem.” “Inimigos? Nunca tive realmente um adversário!” “A vida inteira caminhei sobre gelo fino. Acham que é prazeroso pisar sobre os orgulhos das raças estelares? De fato, é extremamente prazeroso!” ... Os trechos acima foram extraídos da “Autobiografia do Supremo Deus Marcial Su Tu”.
O calor sufocante de junho na Terra tornava-se irritante, com o sol tão impiedoso que até as nuvens preferiam se afastar.
Dentro do ginásio, o professor de educação física, em um raro momento, havia conseguido tomar uma aula para si; os alunos, animadíssimos, alinhavam-se em seus postos conforme os grupos designados.
À frente de cada um, havia um saco de areia vermelho.
— Sei que vocês, bando de moleques, não têm muito interesse nesta aula; o que gostam mesmo é da liberdade da educação física — comentou o professor. — Não vou dificultar para vocês: cada um deve dar dez socos retos, com a postura certa, e depois está liberado para as atividades livres!
Experiente, ele sabia exatamente como lidar com a turma e manipular suas expectativas.
— Oba! — vibraram os estudantes, pois, em meio à pressão do último ano do ensino médio, a aula de educação física era um dos poucos momentos de relaxamento.
A maioria deles mal imitava o gesto do soco reto, desferia alguns golpes displicentes e já se preparava para aproveitar o tempo livre.
Mas Su Tu era diferente. Diante do saco de areia, ele se concentrou, respirou fundo, o olhar sério, afundou o corpo e posicionou os punhos. Então, desferiu um golpe poderoso.
Um estrondo ecoou.
O saco de mais de cem quilos chegou a se erguer alguns centímetros pela força do soco.
Sem parar, Su Tu engatou uma sequência de socos, e o impacto fazia o saco balançar cada vez mais alto. Por fim, respirou fundo e desferiu o último golpe com toda a força.
Um rangido agudo soou: até as corrente