Qin Muye encontrou-se transportado para uma era gloriosa em que todas as criaturas reverenciavam os governantes. Seu pai era um poderoso Marechal Supremo e Governador Militar de Annan, dominando vastas tropas, destruindo reinos sem conta, e cujas conquistas faziam estremecer o próprio imperador. Internamente, havia um imperador fraco e desconfiado, sempre de olho em sua família. Externamente, persistiam antigos rancores dos povos bárbaros cujas nações haviam sido destruídas. Sentindo-se inseguro, Qin Muye decidiu cultivar algumas imperatrizes para garantir sua própria sobrevivência. A boa notícia: após ascenderem ao trono, as imperatrizes lhe faziam declarações apaixonadas, dizendo que nesta vida só desejavam segurar sua cabeça e beijar seus lábios. A má notícia: elas pouco se importavam se sua cabeça continuava presa ao pescoço... Após o conselho matutino, Qin Muye retornou aos seus aposentos. Olhando para a imperatriz ajoelhada ao seu lado, zombou friamente: “Diante de todos os ministros, você acabou de me chamar de Jovem General; deixei passar. Agora que estamos a sós, como deveria me chamar?” A imperatriz, furiosa, protestou: “Não pense que vou chamá-lo de mestre!” Qin Muye replicou: “Então por que prendeu os cabelos dessa forma?” A imperatriz permaneceu em silêncio. Qin Muye riu: “Há imperatrizes derrotadas em excesso.”