No início, ele era apenas um volante defensivo comum, sem grandes destaques. Com o tempo, por acaso, aprendeu um pouco sobre organização, depois aprimorou a condução de bola e, mais tarde, dominou as cobranças de faltas. Assim, o mundo do futebol tornou-se mais animado. Kaká e Cristiano Ronaldo gostavam muito dele, não só pela beleza e pela voz agradável, mas principalmente porque ele sempre estava pronto para salvá-los, permitindo que ambos atacassem despreocupados na linha de frente. Messi tinha sentimentos ambíguos em relação a ele: admirava-o e, ao mesmo tempo, ressentia-se, pois ele sempre se destacava contra o Barcelona, e vivia tentando envolver Messi em partidas de futebol entre irmãos. Todos os jogadores da posição oito gostavam de atuar ao seu lado; sua proteção era onipresente, e sua capacidade de suportar pressão era incomparável no futebol. Ele era o super escudo à frente dos zagueiros, o melhor companheiro dos meio-campistas e o apoio sólido atrás dos atacantes. Javier Alonso foi seu mentor, Mourinho seu comandante, e o jovem prometido do futebol era seu discípulo. Sempre que um jornalista lhe perguntava sobre sua evolução, ele respondia: “Nos treinos, é preciso se esforçar ao máximo!” Não era um discurso de falsa modéstia; era simplesmente a verdade, pois ele realmente alcançou o ápice do futebol com trabalho árduo a cada passo. E tudo isso começou com a história de um azarado de nascença...